sábado, 31 de julho de 2010

Cap.V) - "ESCURIDÃO" É AUSÊNCIA DE "LUZ".

John Craig Venter é um biólogo e empresário americano, famoso por seus trabalhos pioneiros no sequenciamento de genoma humano. Venter fundou a empresa "Celera Genomics, the Institute for Genomic Research e o Craig Venter Institute". Venter, por seu trabalho, foi considerado uma das pessoas mais influentes do mundo pela revista Time em 2007, mesmo se em sua opinião é impossível ser um cientista de verdade e acreditar em Deus. Se como pesquisador suponho que há coisas que acontecem "por razões divinas", deixo de me questionar, e sem questionamento não há ciência.

Craig, entre outros cientistas, iludia-se achando que, após mapear o genoma humano, o passo seguinte seria aquele que permitiria chegar a medicina personalizada, isto é, a análise do código genético de um enfermo, afirmavam, criaria a condição de, "manuseando-o", eliminar a enfermidade. Entretanto, após milhares de experiências (é um fato recente), estupefactos, chegaram a conclusão de que sequenciar centenas de milhares de genomas e armazená-los não leva a lugar algum mesmo se com os computadores hoje existentes sequenciar o genoma de uma pessoa leva menos do que um dia. Concluíram que a maioria das doenças humanas não está relacionada a um gene, mas a centenas deles. Os genomas mapeados, dizem, só serão úteis quando for possível obter informações precisas sobre as características físicas determinadas por cada um deles em cada indivíduo, desse modo, estamos muito longe de decifrar o motivo que faz um indivíduo desenvolver ou não uma enfermidade.

Quando for possível relacionar cada gene ao efeito produzido por ele no organismo, estaremos mais perto de desatar o nó, quer dizer, entender com exatidão a relação entre genética e ambiente. Não em relação as características como cor dos olhos ou a conformação do nariz, mas estudar o papel dos genes com base em uma análise clínica e psicológica profunda, que inclua as doenças que cada pessoa desenvolveu, as doses de remédios que ingeriu e as experiências pessoais que viveu desde que nasceu. Mas, e o fato que o ser humano compartilha, em seu genoma, quase 100% do genoma de um chimpanzé?

Á "LUZ" CLAREANDO A "ESCURIDÃO"
O parasitismo, isto é, a associação de um espírito com um homem, inicia quando o primeiro, quase sempre insinuando-se com astúcia, criando para si vantagens especiais, faz de seu hospedeiro uma vítima. Em semelhante desequilíbrio, os que passam a ser estorquidos de sua vitalidade, acabam se acomodando por tempo indeterminado à pressão externa de seus verdugos, mas em outras eventualidades lhe sofrem a intromissão direta na intimidade dos próprios tecidos, em ocupação impertinente que, às vezes, se degenera em conflito destruidor e, na maioria dos casos, se transforma num acordo de tolerância, por necessidade de adaptação, perdurando até a morte dos hospedeiros espoliados, chegando mesmo a originar os remanescentes das agregações imensamente demoradas no tempo, interferindo nos princípios da hereditariedade, como raízes do conquistador, a se entranharem nas células que lhes padecem a invasão nos componentes protoplasmáticos, para além da geração em que o consórcio parasitário começa.
Em razão disso, apreciando a situação dos "parasitas" perante os hospedadores, temo-los por ectoparasitas, quando limitam a própria ação às zonas de superfície, e endoparasitas, quando se aloja nas reentrâncias do corpo a que se impõem.
Assim sendo, fica claro que são os autores da obsessão e vampirismo, quando se alojam nas reentrâncias do corpo de suas vítimas, que, manuseando-lhe o genoma, lhes provocam os danos que desejam.
Mas há outros aspectos a analisar, e entre eles, os males que cada pessoa gera em si mesma porque os vícios, o sedentarismo, a cultura alimentar inadequada e a "cabeça quente", além de outras imprudências, se responsabilizam por um sem número de graves enfermidades.
De modo geral, porém, a etiologia das moléstias perduráveis que atingem o corpo físico e o dilaceram (excluindo as citadas em http://molestiascausadaspormortos.blogspot.com/) guardam no corpo espiritual suas causas profundas.
A recordação dessa ou daquela falta grave, mormente as que jazem recalcadas no espírito (inconsciente), sem que o desabafo e a corrigenda funcionem como válvula de alivio às chagas ocultas do arrependimento, cria na mente um estado anómalo que podemos classificar de "zona de remorso", em torno da qual a onda viva e continua do pensamento passa a envolver-se em circuito fechado sobre si mesma, com reflexo permanente na parte do veículo físiopsicossomático ligada a lembrança das pessoas e circunstâncias associadas ao erro de nossa autoria.
Estabelecida a ideia fixa sobre esse "nodulo de forças mentais desequilibradas", é indispensável que acontecimentos reparadores se nos contraponham ao modo enfermiço de ser, para que nos sintamos exonerados desse ou daquele fardo intimo ou redimidos perante a Lei.
Além disso, excetuados os quadros infecciosos pelos quais se responsabiliza a ausência de higiene, as depressões ciadas em nós por nós mesmos, nos domínios do abuso de nossas forças, seja adulterando as trocas vitais do cosmo orgânico pela rendição ao desequilíbrio, seja estabelecendo perturbações em prejuízo dos outros, plasmam, nos tecidos fisiopsicossomáticos que nos constituem o veículo de expressão, determinados campos de ruptura na harmonia celular.
Verificada a disfunção, toda a zona atingida pelo desajustamento se torna passível de invasão microbiana, qual praça desguarnecida, porque as sentinelas naturais não dispõem de bases necessárias ação regeneradora que lhes compete, permanecendo, muitas vezes, em derredor do ponto lesado, buscando delimitar-lhe a presença ou jugular-lhe a expansão.
Desarticulado, pois, o trabalho sinérgico das células nesse ou naquele tecido, ai se interpõem as unidades mórbidas, quais as do câncer, que, nesta doença, imprimem acelerado ritmo de crescimento a certos agrupamentos celulares, entres as células sãs do órgão em que se instalam, causando tumorações invasoras e metastáticas, compreendendo-se, porém, que a mutação, no início, obedece a determinada distonia, originaria da mente, cujas vibrações sobre as células desorganizadas tiveram o efeito das projeções de raioX oude irradiações ultravioletas, em aplicações impróprias. Emerge, então, a moléstia por estado secundário em largos processos de desgaste ou devastação, pela desarmonia a que compele a usina orgânica, a esgotar-se, debalde, na tarefa ingente da própria reabilitação no plano carnal, quando o enfermo, sem atitude de renovação moral, sem humildade e paciência, espírito de serviço e devotamento ao bem, não consegue assimilar as correntes benéficas do Amor Divino que circulam, incessantemente,em torno de todas as criaturas, por intermédio de agentes distintos e inumeráveis, a todos estimulando para o máximo aproveitamento da existência na Terra.
Quando o doente, porém, adota comportamento favorável a si mesmo, pela simpatia que instila no próximo, as forças físicas encontram sólido apoio nas radiações de solidariedade e reconhecimento que absorve de quantos lhe recolhem o auxílio direto ou indireto, conseguindo circunscrever a disfunção aos neoplasmas benignos, que ainda respondem à influência organizadora dos tecidos adjacentes.
Sob o mesmo princípio de relatividade, a funcionar, inequívoco, entre doença e doente, temos a incursão da tuberculose e da lepra, da brucelose e da amebíase, da endocardite bacteriana e da cardiopatia chagásica, e de muitas outras enfermidades.
É que, geralmente, quase todos eles surgem como fenómenos secundários sobre as zonas de predisposição infermiça que formamos em nosso próprio corpo, pelo desequilíbrio de nossas forças mentais a gerarem ruturas ou soluções de continuidade nos pontos de interação entre o corpo espiritual e o veículo físico, pelas quais se insinua o assalto microbiano a que sejamos mais particularmente inclinados pela natureza de nossas contas cármicas.
Consolidado o ataque, pela brecha de nossa vulnerabilidade, aparecem as moléstias sintomáticas ou assintomáticas, estabilizando-se ou irradiando-se, conforme as disposições da própria mente, que trabalha ou não para refazer a defensiva orgânica em supremo esforço de rajuste, ou que, por automatismo, admite ou recusa, segundo a posição em que se encontra no princípio de causa e efeito, a intromissão desse ou daquele fator patogénico, destinado a expungir dela, em forma de sofrimento, os resíduos do mal, correspondentes ao sofrimento por ela implantado na vida ou no corpo dos semelhantes.
Não será licito, porém, esquecer que o bem constante gera o bem constante e, que, mantida nossa movimentação infatigável no bem, todo o mal por nós amontoado se atenua, gradativamente, desaparecendo ao impacto das vibrações de auxílio, nascidas, a nosso favor, em todos aqueles aos quais dirijamos a mensagem de entendimento e amor puro, sem necessidade expressa de recorrermos ao concurso da enfermidade para eliminar os resquícios de treva, ao fundo mental.
Amparo aos outros cria amparo a nós próprios, motivo por que os princípios de Jesus, desterrando de n´s animalidade e orgulho, vaidade e cobiça, crueldade e avareza, e exortando-nos à simplicidade e à humildade, à fraternidade sem limites e ao perdão incondicional, estabelecem, quando observados, a imunologia perfeita em nossa vida interior, fortalecendo-nos o poder da mente na auto-defensiva contra todos os elementos destruidores e degradantes que nós cercam e articulando-nos as possibilidades imprescindíveis à evolução para Deus.
Testo extraído do livro "Evolução em Dois Mundos" de Francisco Cândido Xavier
e Waldo Vieira pelo Espírito André Luiz
Retornando a John Craig Venter, se cultivasse a humildade ao invés da soberba, verias, sim, que por detrás de todas as coisas há a mão divina, mesmo por que, por ser cientista, sabe que assim como o frio é ausência de calor e o mal é ausência de amor, a "escuridão é ausência de luz".

terça-feira, 20 de julho de 2010

Cap. IX) - NOSSAS METODOLOGIAS CURATIVAS .

MEUS MENTORES
Padre Pio, (Pietralcina, Itália, 25/05/1887-San Giovanni Rotondo, Itália, 23/09/1968.
Dr. Bezerra de Menezes (Riacho de Sángue, Ceará, 29/02/1857-Rio de Janeiro, 11/04/1900)
Dr. Émile Coué (Troyes, França, 26/02/1857-Nancy, França, 02/06/1926)

Eles, como inúmeros outros espíritos nobres, por serem médiuns de Jesus, possuem a faculdade, quando acionada pela própria vontade, de decompor a matéria (qualquer que ela seja, isto é, gasosa, sólida, líquida etc.), seja para criar novas substácias ou para lhe desnaturar as propriedades. Vontade, o atributo essencial dos espíritos do Plano Maior, assim como é do homem encarnado, claro, salvaguardadas as devidas proporções. Dai o grande poder do médium que lhes desfruta a adoção, pois, através dele, tendo fé, é curado de seus piores males.
....
"A existência de uma matéria única è quase que geralmente admitida hoje pela ciência. Esta matéria dá nascimento a todos os corpos da natureza; pelas transformações que ela sofre, produz também as diversas propriedades desses mesmos corpos; é assim que uma substância salutar pode se tornar venenosa por uma simples modificação; a química disso nos oferece numerosos exemplos. Todo mundo sabe que duas substâncias inocentes combinadas em certas proporções podem produzir uma outra que seja deletéria. Uma parte de oxigénio e duas de hidrogénio, as duas inofensivas, formam a água; ajuntai um átomo de oxigénio e tendes um líquido corrosivo. Sem mudar as proporções, frequentemente, basta uma simples mudanças no modo de agregação molecular para mudar as propriedades; é assim que um corpo opaco pode se tornar transparentes e vice versa. Uma vez que estes espíritos, por sua vontade, possuem uma ação tão poderosa sobre a matéria elementar, concebe-se que ele possa, não somente formar substâncias, mas também desnaturar-lhes as propriedades, com a vontade aqui agindo como um reativo.
"Livro dos Médiuns" de Allan Kardec, segunda parte Cap. VIII"
Sabe-se, hoje, que a Terra é um magneto di gigantescas proporções, constituído de forças atómicas condicionadas e cercado por estas mesmas forças em combinações multiforme, compondo o chamado campo eletromagnético em que o Planeta, no ritmo de seus próprios movimentos se tipifica na imensidade cósmica. Nesse reino de energias, em que a matéria concentrada estrutura o Globo que é nossa moradia e em que a matéria em expansão lhe forma o clima peculiar, a vida desenvolve agitação. E toda agitação produz ondas. Uma frase que emitimos ou o toque em um instrumento que emite sons, geram ondas. Ao ligar o aquecedor emitimos ondas caloríficas e ao acendermos uma lâmpada, ondas luminosas. Em suma, toda inquietação se propaga em formas de ondas através dos diferentes corpos da natureza. O que é, no entanto, uma onda? É uma "ressurreição" de energia por intermédio do elemento particular que a veicula ou estabelece, por exemplo, emissão de voz, de som, de luz etc. Fica claro, assim, que a fonte primordial de qualquer irradiação (emissão de onda), é o átomo ou parte dele em agitação, despedindo raios ou ondas que se articulam, de acordo com as oscilações peculiares que emite.
O átomo, ainda, nos fundamentos da criação, faz vibrar o pensamento imensurável do Criador e sobre este plasma divino vibra (emite ondas) o pensamento da criatura a constituir-se no vasto oceano de força mental em que os poderes do espírito se manifestam.
Deste princípio elementar, fluindo incessantemente no campo cósmico, auscultamos, de modo imperfeito, as energias profundas que produzem eletricidade e magnetismo, sem conseguir enquadrá-las em exatas definições terrestres, e, da matéria mental dos seres criados, estudamos o pensamento ou fluxo energético do campo espiritual de cada um deles, a se graduarem nos mais diversos tipos de onda, desde os raios super-ultra-curtos, em que se exprimem as legiões angélicas, passando pelas oscilações curtas, médias e longas em que se exterioriza a mente humana. Assim é que o halo vital ou aura de cada criatura permanece tecido de correntes atómicas sitis dos pensamentos que lhe são próprios ou habituais, dentro de normas que correspondem à lei dos "quantas de energia" e aos princípios de mecânica ondulatória, que lhes imprimem frequência e cor peculiares. Assim é que essas forças, em constante movimento sincrónico ou estado de agitação pelos impulsos da vontade, estabelecem para cada espírito encarnado ou desencarnado uma onda mental própria que em sua essência pode ser comparada as de emissão de um dínamo complexo, em que se verifica a transubstanciação do trabalho psicofísico em forças mento-eletromagnéticas, forças estas que guardam consigo, no laboratório das células em que circulam e se harmonizam, a propriedade de agentes emissores e receptores, conservadores e regeneradores de energia. Temos, assim,variados manaciais de força medi única, mediante a permuta harmoniosa, consciente ou inconsciente, dos princípios ou correntes mentais alimentando grandes iniciativas de socorro às necessidades humanas.

A fé, curando entre os religiosos e mediúns, encontra-se confundida entre os totens e manitus nas raças primitivas, alteia-se gradativamente e surge, suntuosa e complexa nos tempos iniciáticos dos povos antigos, ou rebaixada e desordenada, entre os magos das praças públicas. Ocioso seria enumerar sucessos e profecías relatados nos livros sagrados das religiões, nas épocas anciás, pois a cada passo, nas recordações de todas elas, encontram-se referências a manifestações de anjos e demônios, evocaçõies e menségens de seres desencarnados, visões e sonhos, encantamentos e exorcismos.
Em toda parte, desde os amuletos das tribos ainda mergulhadas em profunda ignorância até os cânticos sublimados dos santuários religiosos dos tempos modernos, vemos o reflexo condicionado a facilitar a exteriorização de recursos da mente para o intercâmbio com o plano espiritual.
Talismãs e altares, vestes e paramentos, símbolos e imagens, vasos e perfumes, não passam de apetrechos destinados a incentivar a produção de ondas mentais, nesse ou naquele sentido, atraindo forças do mesmo do mesmo tipo que as arremessadas pelo operador dessa ou daquela cerimónia mágica ou religiosa e pelas assembleias que os acompanham visando a certos fins. Destarte, comprendendo-se que os semelhantes se atraem, vemos:
o bruxo valendo-se da mandrágora para endereçar vibrações deprimentes a certas pessoas com o objetivo de induzí-las a emitir energias do mesmo naipe, para que, aterrorizada, assimilando correntes mentais inferiores, se prejudique, sempre que não possua a integridade da consciência tranquila.
o sacerdote de moralidade elevada, toda vez que aproveita os elementos de sua fé para consolar alguém desesperado, está impelindo-o à produção de raios mentais enobrecidos, com os quais forma o clima adequado "a recepção do auxílio da Esfera Superior.
o médico, quando movido por nobres ideias, encorajando o paciente por meio da autoridade e doçura, inclina-o a gerar, em favor de si mesmo, oscilações mentais restaurativas, pelas quais se relaciona com os poderes curativos estuantes em todos os escaninhos da natureza.
o professor, desde que ciente de suas responsabilidades, estimulando o discípulo a dominar o aprendizado dessa ou daquela expressão, impulsiona-o a condicionar os elementos do próprio espírito, ajustando-lhe a onda mental para incorporar a carga de conhecimento que necessita.
Todo e qualquer processo de socorro, entretanto, é tanto mais eficiente quanto mais intensa se faça a adesão daquele que lhe recolhe os benefícios, de vez que a vontade deste, erguida ao limite máximo da aceitação, determine sobre si mesmo os mais elevados potenciais curativos. Claro, por que só neste estado de ambientarão, ao influxo dos fluídos que recebe, as oscilações daquele que busca ajuda se condensem, mecânicamente, na direção do trabalho restaurativo, passando a sugerí-lo às entidades celulares de seu veículo físico para que os milhões de corposculos do organismo fisiopsicossomático tendem a obedecer, instintivamente, às ordens recebidas, sintonizando-se com os propósitos do comando espiritual que os agrega.
Este socorro, quase sempre excitante a princípio, corporifica-se à medida que o doente lhe confere atenção, porque, centralizando as próprias radiações mentais sobre as províncias celuláres de que se serve, colabore para lhe regular os movimentos e corrigir as atividades.
Quem são os maiores beneficiados? Aqueles que em todos seus momentos, seja no repouso ou na atividade, mantém seu reflexo condicionado objetivando esse ou aquele gênero de serviço. Dai resulta o impositivo da vigilância sobre a própria orientação, de vez que somente a conduta reta
sustenta o reto pensamento e, de posse do reto pensamento, a oração, qualquer que seja o grau de cultura intelectual, é o mais elevado tóque de indução para que nos coloquemos, de imediato, em regime de comunhão com as Esferas Superiores.
De essência divina, a prece será sempre o reflexo positivamente sublime do espírito, encarnado ou não, em qualquer posição, por obrigá-lo a despedir de si mesmo os elementos mais puros de que possa dispor.
No reconhecimento ou na petição, na diligência ou no êxtase, na alegria ou na dor, na tranquilidade ou na aflição, ei-la exteriorizando a consciência que a formula, em efusões indescritíveis, sobre as quais as undulações do Céu corrigem o magnetismo torturado da criatura, insulada no sofrimento educativo da Terra, recompondo-lhe as faculdades profundas.
A mente centralizada na oração pode ser comparada a uma flor estelar, aberta ante o infinito, absorvendo-lhe o orvalho nutriente da vida e luz. Aliada à higiene do espírito, a prece representa o comutador das corrêntes mentais, arrojando-as à sublimação.
METODOLOGIA CURATIVA

Como nos templos de Esculápio, na antiga Grécia de 500 anos a.C., o paciente é induzido ao sono hipnótico durante o qual, utilizando ondas sonoras (taças tibetanas, sino, gongo, harpa etc.), ondas de luz (cromoterapia), vibrações melódicas (mantras hindus e tibetanos), além de palavras, é curado de seus males.
Recordamos que este processo curativo, assim como qualquer outro, é tanto mais eficiente quanto mais intensa se faça a adesão daquele que o busca para curar o mal que o aflige, de vez que é a vontade dele, quando erguida ao limite máximo de aceitação, a determinar sobre si mesmo os mais elevados potenciais curativos. Deste modo, se sofre de Depressão, Stress, insónia, desmaios, fadiga, dores, de problema da coluna, crises de choro ou pánico, falta de perspectívas, solidão, antagonismo, convulsões, paralisia, tetraplegia, bipolaridade, esquizofrenia, anorexia, bulimia, ou quaisquer outras enfermidades neurológicas ou não, agende sua consulta através do telefone (011) 2341-3147 ou pelo E-mail: g_dardi@hotmail.com
Este é o motivo pelo qual Jesus e seus apóstolos diziam ao enfermos após curá-los: "foi tua fé que te salvou" Sim, porque a radiação mental do médium (Jesus era médium de Deus e os apóstolos médiuns de Jesus) elevada ao máximo pelos mentores espirituais, expressando-se por ondas de multipla frequência SÓ ATUA SOBRE OS CÉREBROS DE QUANTOS CONSCIENTE OU INCONSCIENTEMENTE, POR CRER, TER FÉ EM SEUS RECURSOS, A ABSORVEM. Ei-la, então, enriquecida pelos manaciais divinos, a se espraiar sobre o cósmo celular do doente para para curá-lo por meio da recomponposição das unidades organicas através da inervação visceral e somática a se constituírem pelo arco reflexo espinhal bem como pelos centros e vias de coordenação superiores.
Mas, sendo Jesus o Filho de Deus, conseguia curar também àqueles doentes que possuíam pouca fé? Não, e isso é relatado nos quatro Evengelhos. Em Mateus cap. 13 versículos de 53 a 57, é dito: 53 Após ter exposto as parábulas, Jesus partiu. 54 Foi para a sua cidade e ensinava na sinagoga, de modo que todos diziam admirados: "Donde lhe vem esta sabedoria e esta força miraculosa? 55 Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? 56 E suas irmãs, não vivem todas entre nos? Donde lhe vem, pois,tudo isso?" 57 E não sabiam o que dizer dele. Disse-lhes, porém, Jesus: "É só em sua pátria e em sua família que um profeta é menosprezado." 58 E, por causa da falta de confianças deles, operou ali poucos milagres.












Cap. VIII) - DR. ÉMILE COUÉ.


Èmile Coué, que nasceu em Troyes, França, em 26/02/1857 e morreu em 02/07/1926, foi o psicólogo e farmacéutico francês que desenvolveu o primeiro método de auto-cura, através da auto-sugestão e cura por meio da hipnose. Foi chamado o pai da "Applied condicionado" porque seus ensinamentos foram muito utilizados nos EUA e Inglaterra Na década de 1920. É dele a famosa frase: "Todos os dias, em todos os sentidos, estou ficando cada vez melhor. Também foi este francês o primeiro que notou que as curas através da auto-sugestão superavam de longe as tradicionais, isto é, através da ingestão de drogas. Afirmava que bastava "despertar" aquilo que cada indivíduo possuía dentro de si para resolver seu problema.
Pode-se afirmar, destarte, que Émile foi o percursor do "efeito placebo", quer dizer, curar enfermos utilizando substância inertes ao invés de medicamentos com princípio ativo, vez que ele devolvia a saúde a seus pacientes utilizando gotas de água destilada.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Cap. VII) - DR. BEZERRA DE MENEZES.

Pela sua ação no movimento espirita brasileiro, quando ainda encarnado, Bezerra de Menezes foi considerado um modelo para a doutrina espírita. Devido a sua índole caridosa como médico, perseverança e disposição para superar desafios, somadas a sua militância na divulgação e reestruturação do movimento espírita neste país, foi considerado o Kardec Brasileiro. Ele, como espírito, hoje, não somente continua a orientar e influenciar o movimento espírita - vez que é patrono de milhares destas instituições, mas está por detrás de uma organização médica espiritual que conta com milhares de médicos que diariamente se dedicam a curar enfermos, estejam eles onde estiverem, com a intermediação de médium ou sem eles. Há mais, eis que cada vez que um médium de cura se destaca entre os demais pelas suas conotações de dedicação, perseverança, desejo de ajudar o próximo e princípios morais, é adotado por ele, quer dizer, se torna seu mentor.

Cap. VI) - PADRE PIO

Dona Paulina, uma Senhora de Pietralcina, na Itália, no fim da quaresma adoeceu gravemente. Seu marido, e os cinco filhos, após ter ouvido dos médicos que não havia esperança, procuraram o Padre Pio para lhe pedir que a salvasse. Este os consolou prometendo-lhe orações (vibrações, energia mental).Depois de alguns dias, porém, todas as vezes que era procurado pelos mesmos para lhe pedir que intercedesse por ela, Padre Pio lhes dizia: Ela ressuscitará no dia de Pascoa. Na sexta feira Santa a enferma perdeu a consciência e no inicio do sábado entrou em coma. Morreu, pensaram assustados seus familiares, e, enquanto a maioria se desesperava, uns poucos correram novamente do Padre Pio. Resussiscitará, voltou a afirmar o Sacerdote enquanto se dirigia ao altar para celebrar a Missa. Mais tarde, quando os sinos da igreja tocavam evocando a ressurreição de Jesus, Dona. Paulina, em sua casa, sem a ajuda de ninguém se levantou e desceu da cama para se ajoelhar e orar. Depois, sorrindo, se pós de pé, mas antes de ter a chance de dizer uma palavra, os familiares começaram a gritar: Milagre, ela ressuscitou como afirmou Padre Pio. Em Roma, Itália, no dia 16 de Junho de 2002, 300 mil pessoas participaram da canonização deste padre Capuchinho. Seu Santuário, em São Giovanni Rotondo, é o quarto mais visitado no mundo depois do Vaticano, Lurdes, na França e Nossa Senhora de Guadalupe na cidade do México





Cap. IV) - TENDO FÉ, ATÉ PÍLULA DE PAPEL CURA.

Certo dia, um moço que se debatia com fortes dores provocadas por cálculos renais, pediu a Frei Galvão que o abençoasse para se livrar da dor. Compadecido, Frei Galvão começou a pensar em como poderia ajudar o rapaz, quando se lembrou do poder da Virgem Maria. Extasiado, rasgou um pequeno pedaço de papel e nele escreveu: "Depois do parto. ò Virgem, permaneceste intacta. Mãe de Deus, intercede por este rapaz". Enrolou o papel na forma de uma pílula e pediu ao moço que a ingerisse. Este, logo após ingerí-la, expeliu os cálculos e a dor sumiu. Mas, o derradeiro "milagre" que permitiu a canonização de Frei Galvão, depois de sua morte, foi aquele que curou Daniella, uma garotinha de quatro anos. Daniella, estava desenganada pelos médicos do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, porque não conseguiam curá-la de um hepatite aguda. Desesperada, como os demais membros da família, uma tia da garota lembrou das pílulas de Frei Galvão, pílulas que depois de sua morte passaram a ser produzidas por Freiras. Alguns dias depois de ingerí-las, Daniella, curada, teve alta.

A condição de curar por meio de "pílulas de farinha" ou outras substâncias inertes foi descoberta por volta dos anos 30 quando os laboratórios começaram a testar seus remédios, mas foi no decorrer da segunda guerra mundial que as substâncias inertes, tipo água, farinha açúcar e similares, passaram a ser utilizadas, em muitos casos com sucesso, quando nos hospitais de campanha ou na linha de batalha havia falta de drogas medicinais. Estas ocorrências, no após guerra, levaram inúmeros cientistas a pesquisar porque substâncias inertes, isto é, sem princípio ativo, também curavam. O resultado foi que em 1995, num artigo que ficou célebre, o americano Henry Beecher afirmou que pelo menos 35% dos enfermos podiam ser curados com esta metodologia. Mas, logo após, outras pesquisas passaram a indicar que a percentagem de doentes curados em alguns casos chegava a 80%. A cura por este meio passou a ser conhecido como "efeito placebo".
De lá para cá a ciência tenta entender quais são as características dos doentes que respondem positivamente ao "efeito placebo", mas as conclusões são controvertidas porque até agora a questão, que passa despercebida porque não é tangível, é crer, quer dizer, ter fé. Isso levou o psiquiatra Walter Brown a afirmar que responder ao efeito placebo é uma característica universal.
Um estudo clássico, feito no Japão em1962, recrutou 13 estudantes, todos voluntários, que em comum possuíam a característica de serem alérgicos à hera venenosa. Após vendar-lhes os olhos esfregaram em seus braços folhas de uma planta não tóxica dizendo-lhes que era a tal planta venenosa. Resultado, 12 deles tiveram reação alérgica.
Outra pesquisa, feita nos EUA na mesma época, envolveu 50 mulheres grávidas que sofriam náuseas e vómitos. Sujeitando-se à experiência, Stewart Wolf deu a cada uma dela uma dose de xarope de ipecacuanha, substância que por sua alta toxicidade deveria intensificar seus sintoma, dizendo-lhes, entretanto, que se tratava de um poderoso agente inibidor daquele mal-estar. Resultado: 90% deixaram de sofrer os sintomas da gravidez.
Em 1994, pesquisadores da Universidade do Texas escolheram 10 pacientes entre um universo maior que, por sofrerem de osteoartrite nos joelhos, aguardavam uma cirurgia. Resultado: os cinco que haviam tido o joelho aberto pelo bisturi, mas que nada havia sido feito além disso, isto é, a cirurgia fora placebo, ficaram curados como aqueles que tinham sido submetidos a uma cirurgia reparadora. Em seguida submeteram ao mesmo processo 180 doentes verificando nos meses seguintes que o sucesso placebo atingira 85% deles.
A resposta para o enigma placebo é a mente, pois quando o enfermo crê que vai ser curado, mesmo se o processo, sem que ele saiba, é placebo, passa a emitir vibrações que no cérebro, seu gabinete de trabalho, se transformam em secreção de hormónios, endorfinas, para ser exato, as substâncias naturais que ativam o corpo para reagir contra o sofrimento físico. É uma sensação psicológica, dizem os médicos, quer dizer, o crer no benefício do fármaco, seja verdadeiro ou não, aciona um mecanismo químico (só é visível em laboratório), que se torna responsável pela cura do mal sofrido.
Em outra experiência, acompanhada por um equipamento especial chamado PET, 14 jovens voluntários se submeteram a uma prática até dolorosa, a injeção nos músculos da mandíbula de uma solução salina, porque estavam cientes de que em seguida lhe seria fornecido um antídoto para que não sofressem dor. O antídoto, entretanto, sem que o soubessem, por ser placebo, eram gotas que provinham de um pequeno frasco que continha água pura. O que foi registrado no PET? No mesmo instante em que os jovens ingeriram o "antídoto", seus neurónios começaram a produzir endorfinas, substâncias também chamadas opióides endógenos que, ao se posicionarem em correspondência aos receptores da dor, os bloqueavam, impedindo, assim, que a sensação desprazeirosa da dor fosse transmitida de uma célula para outra.
Entretanto, sem que ninguém se de conta disso, o efeito placebo está presente no dia-a-dia de muitos enfermos, pois, mesmo sendo tratados com as mesma drogas, por sofrerem a mesma enfermidade, enquanto alguns se curam, outros se tornam doentes crónicos e outros, ainda, permanecem vitimados pela doença até que, alastrando-se, se torna terminal.
Porque? Por que o processo de cura de qualquer enfermidade, independentemente das drogas que são utilizadas, é tanto mais eficiente quanto mais intenso se faça o desejo do paciente de se curar, de vez que é a sua vontade, erguida ao limite máximo de aceitação, determina sobre si mesmo os mais elevados potenciais de cura.

Cap. II ) - JESUS, O MÉDIUM DE DEUS".

Cedo começa para o Mestre Divino, erguido à posição de Médium de Deus, o apostolado excelso em que lhe caberia carrear as noções da vida imperecível para a existência na Terra.
Aos 12 anos, assenta-se entre os doutores de Israel, ouvindo-os e interrogando-os (25), a provocar admiração pelos conceitos que expendia e a entremostrar a sua condição de intermediá rio entre culturas diferentes.
Iniciando a tarefa pública, na exteriorização de energias sublimes, encontra-mo-lo em Caná da Galileia, oferecendo notável demonstração de efeitos físicos, com ação a distância sobre a matéria, em transformando a água em vinho (26). Mas, o acontecimento não permanece circunscrito ao âmbito doméstico, porquanto, evidenciando a extensão dos seus poderes, associados ao concurso dos mensageiros espirituais que, de ordinário, lhe obedeciam às ordens e sugestões, nós o encontramos, de outra feita, a multiplicar pães e peixes (27), no tope de monte, para saciar a fome da turba inquieta que lhe ouvia os ensinamentos, e a tranquilizar a Natureza em desvario (28), quando os discípulos assustados lhe pedem socorro, diante da tormenta.
Ainda no campo da fenomenologia física ou metapsíquica objetiva, identifica-mo-lo em plena levitação, caminhando sobre as águas (29), e em prodigiosa ocorrência de materialização ou ectoplasmia, quando se põe a conversar, diante dos aprendizes, com dois varões desencarnados que, positivamente, aparecem glorificados, a lhe falarem de acontecimentos próximos (30).
Em Jerusalém, no templo, desaparece de chofre, desmaterializando-se, ante a expectação geral (31), e, na mesma cidade, perante a multidão, produz-se a voz direta, em que a benções divinas lhe assinalam a rota (32).
Em cada acontecimento, sentimo-lo a governar a matéria, dissociando-lhe os agentes e reintegrando-os a vontade, com a colaboração dos servidores espirituais que lhe assessoram o ministério de luz.
A distância da sociedade hierosolimita, vaticina os sucessos amargos que culminariam com a sua morte na cruz (33). Utilizando a clarividência que lhe era peculiar, antevê Simão Pedro cercado de personalidades inferiores da esfera extrafísica, e avisa-o quanto aos perigos que isso representa para a fraqueza do apóstolo (34). Nas últimas instruções, ao pé dos amigos, confirmando a profunda lucidez que lhe caracterizava as apreciações percucientes, demonstra conhecer a perturbação conciencial de Judas (35), a despeito das dúvidas que a ponderação suscita entre os ouvintes. Nas preces de Getsêmani, aliando a clarividência e clariaudência, conversa com um mensageiro espiritual que o reconforta (36).
No que se refere aos poderes curativos, temo-los em Jesus nas mais altas afirmações de grandeza. Cercam-no doentes de variada expressão. Paralíticos estendem-lhe os membros mirrados, obtendo socorro. Cegos recuperam a visão. Ulcerados mostram-se limpos. Alienados mentais, notadamente os obsidiados diversos, recobram equilíbrio.
É importante considerar, porém, que o Grande Benfeitor a todos convida para a valorização das próprias energias.
Reajustando as células enfermas da mulher homorroíssa, diz-lhe, convincente: Filha, tem bom ânimo! A tua fé te salvou. (37) Logo após, tocando os olhos de dois cégos que lhe recorrem á caridade, exclama: Seja feito segundo a vossa fé. (38)
Não salienta a confiança por simples ingrediente de natureza mística, mas sim por recurso de ajustamento dos princípios mentais, na direção da cura.
E encarecendo o imperativo do pensamento reto para a harmonia do binómio mente-corpo, por várias vezes o vemos impelir os sofredores aliviados à vida nobre, como no caso do paralítico de Betesda, que, devidamente refeito, ao reencontrá-lo no templo, dele ouviu a advertência inesquecível: Eis que já estás são. Não peque mais, para que te não suceda coisa pior.
Do livro "Mecanismos da Mediunidade" de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira,
pelo espírito de André Luiz.


Foi tua fé que te salvou, dizia Ele e seus apóstolos após curar os enfermos. Fé, isto é, crer que uma "força maior" que, quando manipulada por aqueles que "obram em nome de Deus" pode realizar feitos (o processo de cura è tanto mais eficiente quanto mais intensa se faça a adesão daqueles que a buscam) que aos olhos leigos são considerados milagres. Por que? Porque quem cré confia, e confiando, consente que a "energia curativa" que recebe, no formato que for, vibrações mentais, olhares, palavras, magnetizações, sons, luzez ect., flua livremente até que, alcançando as áreas enfermiças do binômio espírito-corpo, cumpra a tarefa de curá-las.
"Com uma palavra expulsou ele os espíritos e curou todos os enfermos". Claro, os maus espíritos, por maldade, ciúme, capricho ou vingança, podem provocar em seus hospedeiros, além da morte, quaisquer doenças que desejarem. Ver meu blog http://molestiascausadaspormortos.blogspot.com/